Advertisement
M1680 minutos
12,00€
Aviso: Este espetáculo contém nudez integral.
ESTREIA | COM JOANA GUERRA E A ORQUESTRA DO ALGARVE
Inspirado na Pavana para uma Infanta Defunta, de Maurice Ravel, o espetáculo constrói um cortejo coreográfico onde lentidão e intensidade coexistem. A partir da ideia de pavana — dança processional de carácter melancólico — emerge uma reflexão física sobre o adiamento do fim da juventude e sobre aquilo que permanece por viver.
Entre contenção e libertação, os corpos atravessam um tempo dilatado que parece esconder uma urgência contínua. O movimento oscila entre resistência e fuga, convocando imagens de cavalarias em trânsito e de forças selvagens em busca de libertação.
Neste percurso sem pausa, o espetáculo interroga a duração, a memória e a possibilidade de sair de si próprio, propondo a possibilidade de liberdade para correr em círculo infinitamente.
Ficha artística e técnica:
Direção artística, coreografia e concepção plástica - Daniel Matos
Cocriação e interpretação - Lia Vohlgemuth, Joana Simões, Claudio Murabito, Margarida Paiva, Florencia Martina e Nuno Velosa
Colaboração artística, fotografia e vídeo - João Catarino
Consultoria artística - Beatriz Marques Dias
Música original (A partir de Pavane pour une Infante Défunte, de Maurice Ravel) - Joana Guerra
Interpretação musical ao vivo - Joana Guerra e Orquestra do Algarve
Maestro - Pablo Urbina
Orquestradores e arranjadores - Alunos da Universidade de Aveiro
Figurantes crianças - Alunos da CAMADA — Centro Coreográfico
Cenografia - João Catarino, Joana Duarte e Daniel Matos
Desenho de luz e direção técnica - Ana Carocinho
Figurinos - Marina Tabuado
Direção de produção - Joana Flor Duarte
Coordenação de produção - Diana Martins
Comunicação e assessoria de imprensa - this is ground control
Coprodução - Teatro das Figuras, Centro Cultural Vila Flor, Cine-Teatro de Torres Vedras, Teatro Municipal da Covilhã e Município de Lagos
Residências de coprodução - O Espaço do Tempo e Teatro José Lúcio da Silva
Apoio à residência - GrandStudio Brussels — Materiais Diversos, Trois C-L (Luxemburgo), Estúdios Victor Cordon, Cine-Teatro Louletano, CAPA Devir, O Rumo do Fumo, Fórum Dança, Teatro José Lúcio da Silva e CAMADA — Centro Coreográfico
Apoios - Teatro Experimental de Lagos, LAC — Laboratório de Atividades Criativas, casaBranca associação cultural, CAMADA — Centro Coreográfico, Universidade de Aveiro, JoPAuto SA e ESTUFA Plataforma Cultural
Produção - CAMA a.c.
Este projeto é financiado pela DGArtes - Ministério da Cultura, Desporto e Juventude / República Portuguesa.
Biografia Daniel Matos
Daniel Matos (Lagos, 1996) iniciou os estudos em Artes Visuais e licenciou-se em Dança pela ESD — IPL. O seu trabalho desenvolve-se através de práticas multidisciplinares, explorando o corpo como campo biográfico e assumindo o presente como um espaço político e de transgressão, ritual e afeto. Desde 2014, é colaborador artístico, performer e assistente de ensaios do duo Ana Borralho & João Galante, tendo participado nas criações Atlas, SexyMF, Louise Michel, Tempo para Refletir e O Centro do Mundo. Enquanto intérprete, colaborou com Angélica Liddell, Romeo Castellucci, Rui Horta, Luís Marrafa, André Uerba, Amélia Bentes e Davis Freeman. Foi convidado a partilhar os seus processos criativos no Conservatori Superior de Dansa de València, na Escola Superior de Dança, no Campus Paulo Cunha e Silva e n’A PiSCiNA. Desde 2017, tem apresentado o seu trabalho em países como França, Brasil, Indonésia, Áustria, Noruega, India, Macau, Singapura, Austrália e Itália. Destacam-se, entre as suas obras, VÄRA (2022), nomeada para Melhor Coreografia pela SPA em 2023, e A Pedra, A Mágoa (2024), vencedora do Prémio Internacional “DROP” no PUF Festival e do Prémio Melhor Coreografia pela SPA em 2025. Recebeu o Prémio ETIC para Melhor Filme de Dança Nacional com Quase Desabitada (2022). Com Joana Duarte, fundou, em 2017, a CAMA — Associação Cultural, onde é artista residente e diretor artístico. Assume a codirecção artística e programação do Pedra Dura — Festival de Dança do Algarve. Foi também cocurador do Festival Internacional Verão Azul. Em 2023, criou o CENDDA — Centro de Documentação de Dança do Algarve.
Em 2025, cocriou Durarei por Paz e Nunca por Mal, um solo para Mélanie Ferreira, e desenvolveu um ciclo de vídeo-dança em colaboração com o videógrafo João Catarino, intitulado Crying Cycle. A convite da dupla de coreógrafos Sofia Dias & Vítor Roriz, integrou o Laboratório Cumplicidades em 2025, apresentando a performance Rider Sonata nº 8 em coprodução com o MAAT Museu e com a Fundação Champalimaud.
Advertisement
Event Venue
Rua João de Brito Vargas, 8005-518 Faro, Portugal, Faro, Portugal
Tickets
Concerts, fests, parties, meetups - all the happenings, one place.






